“A arbitragem foi conturbada”, “a arbitragem foi premeditada”, “o juiz operou nosso time”, essas são algumas frases comuns de serem ouvidas após uma partida de futebol, principalmente, quando um time não conquista um resultado positivo.
Ontem não foi diferente, com o empate diante do Bahia, muito ouvimos após o jogo. Claro que o arbitro errou, mas errou para os dois lados. Comprometeu o resultado da partida? Sim. Porém a culpa é exclusiva do Sr. Marcos André Gomes da Penha, do Espirito Santo? Não.
Quero saber quantos gols cara a cara com o goleiro o Marcos André Gomes da Penha perdeu. Eu não o vi chutar nenhuma bola para fora, ou o Lomba defender um chute dele. Em compensação Mancini, Berola, Leandro, eu vi fazer isso. E o Magno Alves que perdeu um gol num lance parecidíssimo com o do Cruzeiro, no segundo jogo da final do Mineiro. Lances assim não tem como colocar na conta do arbitro.
Só para ratificar o que eu disse, o Galo criou 19 chances de gol e o Bahia apenas 5. Escanteios foram 9 a 4. Isso mostra mais uma vez a superioridade do Atlético, em relação ao adversário, mas sem conquistar a vitória.
Agora os gols perdidos no dia 12/06 poderão fazer muita falta no futuro, o Galo não ganhou um ponto, e sim deixou de ganhar três. Quero lembra-los que em disputa de pontos corridos o primeiro jogo vale o mesmo que o trigésimo oitavo, ou seja, três pontos. Lembrando que o time azul não foi campeão ano passado por uma diferença de dois pontos.
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